Este cigarro que fumo sentado aqui na poltrona à lareira, confirma uma nova realidade pessoal, à qual tenho mesmo de dar a necessária e exigida resposta.
Como tem vindo a ser hábito as forças opostas degladeiam-se quando tento expor vontades, desta vez lembrei-me daquela gaivota que gostava tanto de voar e desfrutar de tão fantástico acto, que por e simplesmente não vinha a terra para se alimentar e o desfecho foi ficar cada vez mais fraca ao ponto de não conseguir fazer o que mais prazer lhe dava, voar, e morreu. E lembrei-me desta história porque por vezes movem-me coisas que entendo terem grandeza e importância mas que, cuja relevância para o que move o dia a dia e utilidade para o tronco da árvore da vida, é muito pouca. Mas pronto.. siga, nunca se descore a alimentação plo menos!
E com esta reflecção o post que ía escrever perde importância, ainda assim deixo o porquê do titulo 'os homens de palha' relativo ao que este ganda maluko escreveu aqui e já agora deixo também o que no meu entender é a colocação de um rabo de palha.

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